“A Federação Nacional de Bombeiros Portugueses tem acompanhado as recentes decisões do Ministério da Administração Interna sobre assuntos relacionados com bombeiros voluntários e profissionais. Manifesta, assim, indignação e incompreensão pelo facto de em nenhum momento ter sido solicitada a presença nem da FNBP, nem da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais nem da Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários”, refere em comunicado aquela federação.

A FNBP, composta pela Associação Nacional de Bombeiros Profissionais e Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais, sublinha que não entende “a razão pela qual não foram chamados pelo Ministério da Administração Interna para a mesa de negociações para resolver assuntos relacionados com os bombeiros”, criticando o facto de as negociações estarem a ser feitas “apenas com Liga dos Bombeiros Portugueses, que representa as associações humanitárias, a entidade patronal, e não defende os legítimos interesses dos bombeiros”.

“Passar a ideia de profissionalização dos bombeiros é falso, quando na realidade se trata de trabalho precário a prazo, quando é criada uma assimetria incompreensível nos pagamentos aos elementos que integram o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF)”, refere o comunicado daquela federação.

A FNBP, que esteve reunida na quarta-feira em conselho geral, defende para os bombeiros voluntários e profissionais um fundo social, reformas idênticas, seguro de acidente pessoal cuja cobertura garanta as suas necessidades e assistência médica, e ainda que a profissão seja considerada de desgastes rápido.

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