Segundo uma nota de imprensa, a Scania associou-se em cartel a outras cinco construtoras de camiões – MAN, DAF, Daimler, Iveco e Volvo/Renault - mas recusou-se, ao contrário das outras, a chegar a um acordo com a Comissão Europeia, o que originou a multa de 880.523.000 euros, hoje aplicada.

Segundo a investigação de Bruxelas ao cartel, a Scania combinou preços brutos de vendas de camiões, a base pela qual são calculados os preços finais, tendo ainda feito cair sobre os clientes os custos das necessárias atualizações tecnológicas, nomeadamente em matéria de emissões de gases com efeitos de estufa, dos veículos médios e pesados.