Numa carta enviada à ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, o autarca refere a “extrema violência e severidade” das condições meteorológicas, que afetaram com “uma força indescritível” grande parte do concelho.

Segundo José António Jesus, “as rajadas de vento, trovoada e granizo, a que se associou uma inquantificável carga de água, constituíram uma força de destruição que dizimou a generalidade das plantações agrícolas, muitas de agricultura familiar, com especial incidência nos pomares e nas vinhas”.

O autarca realça que a vitivinicultura é um setor de atividade expressivo para a região, em particular na área demarcada dos vinhos do Dão, e alerta para os impactos sociais e económicos negativos resultantes da intempérie.

“Interpretando o sentimento de fragilidade que estes produtores agrícolas estão a viver e a ausência de estrutura económica que assegure a perca sentida e os inevitáveis investimentos visando a reestruturação das suas plantações, venho solicitar a vossa excelência que desencadeie a instrução do Estado de Calamidade”, pede na missiva.

Desta forma, José António Jesus espera que o concelho receba os “apoios públicos tão justos e necessários”, atendendo ao mau tempo de sábado, que também causou danos em vários equipamentos, habitações, viaturas, inundações e quedas de árvores.

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