"Após visita de fiscalização à obra denominada de "Savoy Palace", ocorrida a 11 de agosto, com a finalidade de confirmar o executado em relação ao projeto, e após a análise do relatório produzido pela Divisão de Fiscalização Municipal, a Câmara Municipal do Funchal informa que foram detetadas alterações executadas em desconformidade com o projeto aprovado, tendo sido executado o embargo parcial das obras até regularização final do procedimento", revela a autarquia sem, contudo, mencionar as desconformidades verificadas.

Bruno Freitas, administrador da 'Savoy Hotels & Resorts', disse à agência Lusa que a empresa tem 10 dias para apresentar uma nota de esclarecimento e de retificação ao projeto que tinha apresentado em março de 2017.

"Nas áreas suspensas não vamos intervir", adiantou, salientando que as mesmas se circunscrevem às obras em curso na rua e nos jardins da Imperatriz D. Amélia.

"Quanto ao demais vai continuar", concluiu.

Herdeiro do clássico 'Savoy Hotel'. construído em 1912, mas demolido em 2009 com vista a uma nova unidade do grupo SIET, então propriedade de Horácio Roque e Joe Berardo, o novo Savoy, agora propriedade da AFA - Avelino Farinha Agrela, tem merecido várias críticas entre as quais da Ordem dos Arquitetos devido à sua volumetria: 16 andares e 500 quartos com capacidade para 1.000 camas, num investimento superior a 60 milhões de euros.

O "Savoy Palace" (5 estrelas) deverá abrir no verão de 2018.

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