Segundo os dados enviados à agência Lusa, em 2019 foram eliminados mais ninhos (388) do que no total dos quatro anos anteriores (278), desde que, em 2015, foi identificado o primeiro caso na freguesia de Murtede.

No total, em cinco anos, o número de ninhos de vespa velutina destruídos pelo SMPC de Cantanhede ascendeu a 666 em todo o concelho.

Questionado pela agência Lusa sobre dados relativos ao ano em curso, o município de Cantanhede frisou que a informação atualmente disponível reporta a 31 de dezembro de 2019 e que os valores de 2020 “serão apresentados apenas no início do ano de 2021″.

Na nota, a Proteção Civil municipal de Cantanhede destaca o “significativo aumento de pedidos de identificação de vespas asiáticas e de destruição/tratamento dos seus ninhos”, deixando diversas recomendações à população, desde logo apelando a quem identificar um ninho daquela espécie que “não interfira com o mesmo”.

“Contacte de imediato os serviços da Proteção Civil municipal, que assegurará a validação e eficaz destruição do ninho em causa, com pessoal especializado e devidamente equipado para realizar a operação em segurança”, aconselha.

O SMPC de Cantanhede frisa ainda que o “principal impacto conhecido” da vespa asiática “é a forte predação das abelhas e de outros insetos polinizadores”.

“Não sendo a vespa asiática individualmente mais agressiva para o ser humano do que a vespa europeia, reagindo em grupo de forma agressiva quando sente ameaças ao seu ninho”, esclarece.

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