A presidente do conselho de administração do CHO, Elsa Baião, disse à agência Lusa que “o projeto já está iniciado e está orçamentado em um milhão de euros, 500 mil euros para obras e outros 500 mil para equipamentos”.

“Há determinado tipo de cirurgias que não se fazem aqui, não porque os médicos não as consigam fazer, mas como não têm a retaguarda de uma Unidade de Cuidados Intensivos não as podem fazer”, justificou.

A Unidade de Cuidados Intensivos vai permitir “reter os doentes críticos, que atualmente são transferidos para [os hospitais centrais em] Lisboa”.

“É um projeto estruturante para o centro hospitalar, porque permite criar diferenciação e reter profissionais”, como os anestesistas, sublinhou.

A administradora disse que a Unidade de Cuidados Intensivos vai existir apenas num dos três hospitais, estando por definir o local.

Já na urgência de Caldas da Rainha, cujas obras de remodelação estão em curso, o CHO pretende avançar este ano com a criação de uma Unidade de Cuidados Intermédios.

O CHO serve uma população de cerca de 300 mil habitantes dos concelhos das Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estevão das Galés e Venda do Pinheiro).

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