Segundo Orlando Gonçalves, a direção daquela Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) "vinha, já há algum tempo, a dar conta das dificuldades de tesouraria" e, na terça-feira, "11 funcionários foram pressionados a rescindir por mútuo acordo". Os respetivos vínculos terminariam assim a 30 de setembro de 2017.

Contactado pela Lusa, o pároco de Valbom, Marcos Faria, que preside àquela IPSS, confirmou "estarem a decorrer conversações para esse fim", remetendo para "depois da conclusão do processo outros comentários".

Os 11 funcionários com emprego em risco “distribuem-se entre quatro cozinheiras, um motorista, um eletricista, um pedreiro e quatro auxiliares de educação", revelou o sindicalista Orlando Gonçalves.

Argumentos como a "contratação de serviço externo de confeção de refeições", de as viaturas da IPSS "passarem a ser dirigidas por qualquer funcionário habilitado", o "encerramento da secção de manutenção" e a "diminuição da taxa de natalidade" foram apresentados aos funcionários para justificar a sua dispensa, divulgou o coordenador sindical.

Na instituição situada nos arredores do Porto trabalham 61 funcionários que "há algum tempo haviam sido informados dos problemas financeiros da instituição que soma um défice acumulado de 300 mil euros" e que, segundo a direção do centro "tornava insustentável a sua gestão".

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