Um jornalista da AFP constatou que os centro-americanos começaram a reunir-se por volta das 20h na segunda-feira na área de Playas de Tijuana, no Pacífico, por onde os migrantes tentam entrar ilegalmente nos Estados Unidos.

No entanto, do outro lado da fronteira, havia uma forte presença da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos.

Quando as celebrações para receber 2019 começaram, os imigrantes tentaram atravessar, mas pelo menos duas bombas de efeito moral foram lançadas, forçando-os a recuar.

Entre os migrantes que arriscaram a travessia estavam numerosos homens, mas também mulheres com crianças pequenas e adolescentes.

Após a tentativa frustrada, parte do grupo permaneceu no local, onde dezenas de outros centro-americanos permaneceram colados à barreira de fronteira, constatou um fotógrafo da AFP.

Estes migrantes fazem parte de uma grande caravana que partiu de Honduras em outubro passado e percorreu 4.300 quilómetros até Tijuana, onde estão desde o início de novembro.

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