"Ontem [segunda-feira], o Banco de Portugal transmitiu-nos que está a acelerar o serviço móvel de balcões", avançou aos jornalistas Paulo Macedo, à entrada para um 'jantar debate' sobre a banca promovido pela associação de antigos alunos do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), em Lisboa.

O gestor respondia às questões dos jornalistas sobre a polémica do fecho de balcões da CGD em curso em diversos pontos do país, mantendo a posição de que o banco público vai continuar a servir as populações de todos os concelhos do país, mas não necessariamente através de presença nas suas sedes.

O fecho da agência de Almeida tem estado em foco nos últimos dias, fazendo parte do plano da CGD para encerrar 61 agências por todo o país e constando da reestruturação do banco público acordada com a Comissão Europeia, na sequência da recapitalização de cerca de 5.000 milhões de euros.

Com o fecho do balcão de Almeida, já efetuado, os habitantes têm de se deslocar a Vilar Formoso, a 15 quilómetros da sede de concelho, o que tem motivado protestos.

De resto, Paulo Macedo fez uma espécie de balanço sobre os primeiros 100 dias da sua gestão à frente do banco estatal, realçando o trabalho efetuado ao nível da reestruturação e da recapitalização da CGD.

A 12 de abril, Paulo Macedo, que era ouvido pelos deputados da Comissão de Orçamento e Finanças, na Assembleia da República, indicou que a CGD pediu autorização ao Banco de Portugal para ter um serviço móvel de balcões, feito com carrinhas que vão a zonas rurais e com populações envelhecidas prestar serviços bancários.

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