A sindicalista, que é um dos seis elementos do Bloco de Esquerda no Conselho Nacional da central sindical, falava à Lusa à margem do XIV Congresso da CGTP, que começou na sexta-feira e termina hoje, na Arrentela, Seixal, no distrito de Setúbal.

A dirigente do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) é um dos 55 novos membros eleitos na sexta-feira à noite para o Conselho Nacional, que é composto por um total de 147 sindicalistas, dois terços dos quais do PCP e 20 da corrente socialista.

Albertina Pena lamenta que “mais uma vez” neste congresso a proposta para integração na comissão executiva da CGTP, em que estão comunistas, socialistas, católicos e independentes, não tenha sido aceite.

“Estamos prontos para a luta e não vamos desistir da luta, mas gostaríamos de ver um tratamento como é dado às outras sensibilidades”, afirmou Albertina Pena.

A comissão executiva da CGTP, que foi eleita durante a madrugada de hoje, é composta por 29 dirigentes sindicais, maioritariamente comunistas, e integra cinco socialistas, um elemento católico e alguns independentes.

Os sindicalistas católicos, apesar de também serem apenas seis dentro do Conselho Nacional, tal como o Bloco de Esquerda, têm um elemento no executivo porque fazem parte da fundação da intersindical.

Na comissão executiva estão ainda representadas, por inerência de funções, as principais uniões e federações sindicais.

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