“Com grande pesar tivemos de fazer este anúncio inevitável”, afirmou um porta-voz da companhia, que também agradeceu aos empregados que “trabalharam no duro” nos últimos anos.

O secretário-geral da Associação de Pilotos Aéreos Britânicos (Balpa nas siglas em inglês), Brian Strutton, afirmou que o colapso da Flybmi é uma “notícia devastadora” para os trabalhadores.

“Lamentavelmente, a Balpa não foi avisada nem recebeu informação da empresa. Os nossos próximos passos serão apoiar os pilotos da Flybmi e ver com a direção e a administração da empresa se os empregos podem ser salvos”, indicou Strutton.

A companhia aérea, com cerca de 400 empregados – no Reino Unido, Alemanha, Suécia e Bélgica – e 17 aviões, tem a sua base no aeroporto inglês de East Midlands e voa para 25 destinos europeus.

A empresa aconselha os seus clientes a procurarem a devolução das reservas junto das empresas dos cartões de crédito, dos ‘sites’ de reservas ‘online’ ou dos fornecedores de seguros de viagem.

A Flybmi transportou 522.000 passageiros em 29.000 voos no ano passado em “codeshare” (parceria) com parceiros europeus, incluindo a Lufthansa, Turkish Airlines e Air France.

Os voos da Flybmi eram operados a partir de Aberdeen, Bristol, East Midlands, London Stansted, Newcastle e Derry no Reino Unido, bem como de aeroportos europeus, incluindo o de Frankfurt, Munique, Milão, Bérgamo e Paris Charles-de-Gaulle.

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