O júri deste concurso de composição, constituído por Luís Tinoco, Sérgio Azevedo, Dimitris Andrikopoulos e pelo maestro titular da OCC, Jan Wierzba, decidiu ainda atribuir duas menções honrosas a Diogo André Novo Almeida Carvalho, pela composição “do nervo”, e a Gerson de Sousa Batista, por “O Despertar de Cronus”, referiu a Orquestra, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

Ao ter vencido o concurso de composição, a obra de Nuno Peixoto de Pinho será editada pelas edições AVA e interpretada pela Orquestra Clássica do Centro, em data a anunciar, referiu esta entidade.

De acordo com o comunicado, Nuno Peixoto de Pinho começou os seus estudos musicais aos 18 anos, na Academia de Música de São João da Madeira.

Desde que ingressou no curso de Composição da Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo (ESMAE) do Porto, trabalhou com os compositores Cândido Lima, Fernando Lapa, Dimitris Andrikopoulos, Carlos Guedes, Eugénio Amorim e Eneko Vadillo Perez.

Atualmente, é professor na Academia de Música de Espinho e na Universidade Católica Portuguesa, onde frequenta um doutoramento em informática musical, “mais especificamente na área do computador como ferramenta de apoio à orquestração”.

O vencedor do prémio Francisco Martins recebe ainda mil euros atribuídos pelas Livrarias Almedina, que apoiam o concurso de composição.

Em 2017, o vencedor do prémio foi Luís Carvalho, com a composição “Mosaico”.

De acordo com a OCC, este concurso de composição tem por objetivo “não só perpetuar o nome do intérprete e compositor Francisco Martins, como promover valores musicais na área da composição, com a preocupação de incentivar a produção e dar a conhecer novas obras que enriqueçam o património bibliográfico musical”.

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