“Medida cautelar de prisão domiciliária para @manuelrosalesg. Agora pedimos a Deus e a Chinita [a Virgem de La Chiquinquirá] a sua liberdade”, escreveu Eveling Trejo na sua conta na rede social Twitter, numa mensagem que foi partilhada pelo partido Un Nuevo Tiempo (UNT), que fundou e liderava desde a prisão de Rosales.

O ex-governador do estado de Zúlia e ex-candidato presidencial foi preso há um ano, quando regressou à Venezuela após seis anos no estrangeiro, tendo sido detido à chegada ao aeroporto.

O secretário-geral da União de Nações Sul-americanas (Unasul), Ernesto Samper, congratulou-se com a notícia, considerando, numa mensagem no Twitter, que “fortalece o diálogo entre os venezuelanos”.

A 11 de dezembro de 2008, Rosales foi acusado pelo Ministério Público de enriquecimento ilícito, num processo que a oposição interpretou como um “castigo” pelas suas atividades contra o Governo.

A 12 de outubro de 2008, o próprio Hugo Chávez, então Presidente, acusou publicamente Manuel Rosales de conspirar contra o seu Governo e de desviar recursos públicos para outros fins.

Após ser acusado, o ex-candidato presidencial, derrotado nas eleições de 2006 por Hugo Chávez (1999-2013), abandonou a Venezuela e refugiou-se no Peru, em 2009.

Rosales, fundador do partido Um Novo Tempo, é considerado um dos opositores presos mais emblemáticos do ‘anti-chavismo’, a par com Leopoldo López e Antonio Ledezma.

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