Para evitar deslocações, o banco sediado em Espanha propõe alternativas, como meios de comunicação remotos, “quando possível”, adiantaram fontes do BBVA citadas pela EFE.

O grupo bancário insiste que as pessoas com problemas de saúde ou em tratamento imunossupressor não devem viajar e acrescenta que os seus funcionários não participarão em cursos de formação se tiverem de viajar para outro país.

O BBVA adianta que também irá dotar os escritórios comerciais e serviços centrais de géis hidroalcoólicos para facilitar a higiene das mãos como medida de proteção durante o dia útil.

Este conjunto de medidas, que abrangem os quase 127.000 funcionários do grupo em Espanha, chega depois de o Ministério da Saúde ter recomendado a restrição de viagens e aconselhado as pessoas a não irem, se não for estritamente necessário, para as regiões italianas da Lombardia, Piemonte, Emília-Romanha e Veneto, além de Japão, Irão, Coreia do Sul, Singapura e China.

São já 40 os países afetados pelos cerca de 80 mil infetados (incluindo quase 2.800 fora da China) e mais de 2.700 mortes em todo o mundo, segundo dados da Organização Mundial de Saúde.

A epidemia, que surgiu em dezembro na China, parece ter atingido um pico naquele país, segundo as autoridades, que anunciaram hoje 52 novas mortes nas últimas 24 horas, o número mais baixo em três semanas.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) deu conta hoje de que o número de novos casos diários confirmados no resto do mundo ultrapassou pela primeira vez o que se verifica na China, mas avisou, já na segunda-feira, que o mundo tem de se preparar para uma “eventual pandemia”, considerando “muito preocupante” o “aumento repentino” de casos em Itália, Coreia do Sul e Irão.

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