Segundo Carrie Lam, apenas dois postos de controlo de fronteira – a Baía de Shenzhen e a ponte para Macau e Zhuhai – permanecerão abertos a partir da meia-noite, hora local (16:00 de hoje em Lisboa).

Desta forma, Macau deixa de ter ligações marítimas com Hong Kong.

A chefe do executivo de Hong Kong negou que a medida se devesse à pressão dos médicos e enfermeiros, que ameaçaram fazer uma greve de cinco dias para exigir que o Governo fechasse todas as fronteiras com o continente.

“Não tem absolutamente nada a ver com a greve”, garantiu Carrie Lam, explicando tratar-se apenas de uma medida para conter a propagação do vírus.

A responsável pediu também aos moradores de Hong Kong que “se unam” no combate ao surto, que já provocou mais de 360 pessoas na China.

A China elevou no domingo para 362 mortos e mais de 17 mil infetados o balanço do surto de pneumonia provocado por um novo coronavírus (2019-nCoV) detetado em dezembro passado, em Wuhan, capital da província de Hubei (centro).

Desde dezembro já surgiram 17.205 casos em toda a China da doença que levou a Organização Mundial de Saúde (OMS) a decretar uma emergência mundial e que já se espalhou a 20 países.

No domingo, morreu a primeira pessoa infetada fora da China, nas Filipinas: um chinês de 44 anos, natural de Wuhan.

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