De acordo com uma fonte da Hyundai, a epidemia viral na China interrompeu o fornecimento de componentes de fios e cabos.

As redes de abastecimento operam de forma sincronizada na indústria automóvel.

"Neste momento, a linha de produção de sedãs Genesis na fábrica número 5 em Ulsan foi suspensa temporariamente", disse a mesma fonte, que não sabe quando a produção será retomada.

De acordo com a empresa, a direção já iniciou discussões com o sindicato sobre a possibilidade de suspender a produção noutras fábricas. "A situação não é boa", foi referido.

Wuhan, cidade da China onde surgiu a epidemia, é um importante centro da indústria automotiva chinesa. As francesas PSA e Renault têm fábricas na região.

A Hyundai tem fábricas na Coreia do do Sul e no exterior, especialmente na China.

Em 2011, o terramoto e o tsunami de Fukushima, no Japão, destruíram uma fábrica da Renesas Electronics, empresa japonesa especializada em chips para automóveis e dispositivos eletrónicos.

A China elevou hoje para 426 mortos e mais de 20.400 infetados o balanço do surto de pneumonia provocado por um novo coronavírus (2019-nCoV) detetado em dezembro passado, em Wuhan, capital da província de Hubei (centro), colocada sob quarentena.

Além do território continental da China e das regiões chinesas de Macau e Hong Kong, há mais casos de infeção confirmados em 24 outros países.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou na quinta-feira uma situação de emergência de saúde pública de âmbito internacional, o que pressupõe a adoção de medidas de prevenção e coordenação à escala mundial

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