Um ano é o horizonte expectável para que as vacinas para a nova estirpe de coronavírus cheguem ao mercado. Foi isso que assumiram Paul Stoffels, cientista que lidera a área de investigação da Johnson & Johnson, e Richard Hatchett, CEO da Coalition for Epidemic Preparedness Innovations - que financia dois projetos de vacinas e co-financia um terceiro -durante as apresentações que estão a ser realizadas em Davos.

Em entrevista à BBC, Hatchett afirmou que esperava que os ensaios clínicos tivessem início no verão, considerando ambiciosa a meta de os tornar disponíveis em um ano.

Na opinião deste responsável, as restrições aos voos e viagens como forma de controlar o vírus não surtirão grande efeito, sendo as medidas de saúde pública a melhores formas de prevenção.

De acordo com os dois especialistas o desenvolvimento de novas vacinas para responder a crises globais melhorou consideravelmente após a epidemia de Ebola que Stoffels descreveu como um "grito de alerta para o mundo".

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