O corpo de Miguel Amorim de Lemos foi encontrado por pessoas que passeavam na floresta de Soignes, uma grande área florestal na capital belga, junto à qual o seu telemóvel tinha sido utilizado pela última vez e onde a polícia tinha já feito uma batida.

Segundo os relatos, a autópsia terá lugar ainda hoje para averiguação das circunstâncias da morte.

A polícia federal belga tinha lançado no sábado um apelo para encontrar o jovem de 21 anos, visto pela última vez na Universidade Livre de Bruxelas, onde estudava.

De acordo com as autoridades belgas, Miguel Amorim Lemos foi visto pela última vez na quinta-feira de manhã, na universidade.

Por volta das 11:00 locais de quinta-feira (10:00 em Lisboa), atendeu um telefonema.

O estudante, filho de pais portugueses, é descrito como tendo 1,97 metros, uma estrutura física magra, cabelos encaracolados e olhos castanhos.

Na altura do desaparecimento, o jovem vestia calças de ganga, uma camisola verde com um desenho, e um casaco e uma mochila castanhos.

O comunicado das autoridades belgas precisava que Miguel Amorim Lemos, que vivia na região da Valónia, a cerca de 40 quilómetros de Bruxelas, tinha por hábito passear na zona da floresta de Soignes.

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.