António Costa transmitiu esta posição no Palácio de Belém, após o chefe de Estado ter dado o seu assentimento à lista dos secretários de Estado do XXII Governo Constitucional.

Questionado se, na formação do novo executivo, teve em conta a controvérsia em torno da existência de relações familiares na equipa cessante que formou em novembro de 2015, o primeiro-ministro indigitado respondeu: “Vi muita ficção jornalística, vi muitos poucos casos concretos. Aquilo que sabemos – e que todos podem observar – é que não há no Governo qualquer tipo de relação familiar”.

Do XXII Governo Constitucional, face ao cessante, vão sair o ministro do Trabalho e da Segurança Social, José António Vieira da Silva, que é pai de Mariana Vieira da Silva, que no novo executivo será ministra de Estado e da Presidência.

Por outro lado, Ana Paula Vitorino, mulher do ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, deixou o Ministério do Mar, sendo substituída por Ricardo Serrão Santos.

Quanto aos gabinetes dos membros do executivo, António Costa referiu que o Governo cessante “convidou a Assembleia da República, e o Grupo Parlamentar do PS correspondeu ao convite, tendo sido aprovada no parlamento um diploma definindo também regras relativamente a relações familiares”.

“Foi definida uma lei e, havendo uma lei, a lei deve ser cumprida”, acrescentou o primeiro-ministro indigitado.

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