De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de infetados é de 1.007.366, enquanto o número de recuperados é hoje de 690.436.

O maior número de casos e de mortos de covid-19 continua a registar-se na África Austral, com 565.108 infetados e que passou hoje as 10 mil vítimas mortais (10.211).

Nesta região, a África do Sul, o país mais afetado do continente, contabiliza 538.184 infetados e 9.604 mortos.

A região da África do Norte, a segunda mais afetada pela pandemia, tem agora 170.224 infetados e 6.968 mortos e na África Ocidental o número de casos subiu para 136.762, tendo passado hoje as duas mil vítimas mortais (2.034).

Já na região da África Oriental, registam-se 85.624 casos e 1.908 mortos, enquanto a região da África Central contabiliza 49.648 infetados e 945 óbitos.

O Egito é o segundo país com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, contabilizando 95.006 infetados e 4.951 óbitos, seguindo-se a Argélia, que conta hoje com 33.070 casos e 1.260 vítimas mortais.

Entre os cinco países mais afetados, estão também a Nigéria, que regista 45.244 infetados e 930 óbitos, e o Sudão, com 11.780 casos e 763 vítimas mortais.

Em relação aos países africanos que têm o português como língua oficial, Cabo Verde lidera em número de casos (2.689 casos e 27 mortos), seguindo-se a Guiné-Bissau (2.032 casos e 27 mortos), Moçambique (2.120 casos e 15 mortos), Angola (1.483 infetados e 64 mortos) e São Tomé e Príncipe (878 casos e 15 mortos).

A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), tem 4.821 infetados e 83 óbitos.

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egito em 14 de fevereiro, e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 715 mil mortos e infetou mais de 19 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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