Segundo os últimos dados do Instituto Robert Koch (RKI), os casos positivos registados desde o primeiro contágio no país, no final de janeiro, totalizam 902.528 e 13.884 mortos.

O Instituto Robert Koch estima que cerca de 593.100 pessoas já recuperaram da doença e que existem atualmente cerca de 295.500 casos ativos.

No conjunto da Alemanha, a incidência acumulada nos últimos sete dias é de 140,8 casos por 100.000 habitantes.

Os dados referem que o número de doentes com covid-19 internados em unidades de cuidados intensivos ascendia na sexta-feira a 3.615, dos quais 2.103 (57%) necessitavam de respiração assistida, segundo dados da Associação Interdisciplinar Alemã de Cuidados Intensivos e Medicina de Emergência (DIVI).

O fator de reprodução (R), que considera as infeções num intervalo de sete dias em relação aos sete anteriores, e que reflete a evolução das infeções de 8 a 16 dias atrás, situa-se em 1,05, o que significa que cada cem infetados contagiou em média outras 105 pessoas.

Em 02 de novembro, entrou em vigor um novo confinamento parcial no país – mais brando do que o decretado na primavera — para tentar conter a pandemia de covid-19.

Bares e restaurantes, teatros e cinemas, museus e “spas” permanecem fechados, enquanto as lojas e escolas permanecem abertas. O turismo é proibido, o teletrabalho é recomendado e os contactos são limitados a no máximo 10 pessoas de até dois domicílios.

Na próxima semana, a chanceler, Angela Merkel, vai reunir-se novamente com chefes de governo dos estados federados para tentar acertar “um grande pacote com as próximas medidas necessárias” para conter a pandemia.

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