“Exige-se que a estes trabalhadores seja garantido o pagamento da totalidade da sua retribuição já no final do mês de janeiro, sendo obrigação das empresas e outras entidades empregadoras proceder a esse pagamento (100% da retribuição até ao limite de 1.995 euros), independentemente da data em que seja processada a respetiva transferência pela Segurança Social”, afirmou a central sindical numa nota de imprensa.

Segundo a Intersindical, “mais de um milhão de trabalhadores teve cortes nos seus salários devido às opções desequilibradas do Governo, que não garantiram o emprego nem a totalidade dos salários aos trabalhadores no conjunto das medidas de apoio que foram sendo implementadas e que favoreceram as grandes empresas e grupos económicos”.

“Com a luta dos trabalhadores e a negociação do Orçamento do Estado para 2021 foi, finalmente, garantido o pagamento de 100% da retribuição aos trabalhadores das empresas que requeiram o regime de ‘lay-off'”, considerou.

Perante o atual encerramento das escolas, a central sindical criticou o Governo por ter optado por manter o apoio às famílias decidido em março de 2020, que prevê um corte de um terço da retribuição, em vez de garantir o pagamento a 100% da retribuição aos trabalhadores que têm de acompanhar os filhos menores de 12 anos.

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