“As universidades que integram o CRUP consideram que o risco de contágio covid-19 nas respetivas comunidades académicas se pode considerar controlado, devido às medidas de contenção que tomaram ao longo de 2020 e à forma como conseguiram compatibilizar o funcionamento presencial e segurança”, afirma hoje o CRUP, perante a perspetiva de um novo confinamento geral.

Em comunicado, o conselho de reitores afirma que o “nível de risco e grau de preparação” das instituições de ensino superior portuguesas tem “provado ser fundamentadamente distinto” daqueles que se regista noutros setores de atividade, defendendo a continuidade das atividades letivas.

“O CRUP considera que a atividade letiva e avaliativa deva continuar para já presencial”, refere o comunicado, que sublinha a “forma como as instituições têm combatido e lidado com o risco pandémico”.

Paralelamente, o CRUP salienta a necessidade de se manterem as avaliações presenciais, em especial “nesta altura do ano”, em que a atividade letiva presencial é residual e que os estudantes estão a “entrar em período de avaliações”.

“Esta é uma fase crítica do seu percurso académico, mas em que o risco de contágio não é, de forma alguma, superior”, defendem.

O CRUP assegura que vai continuar a seguir de perto a evolução da situação pandémica e que “manifesta a sua total disponibilidade para ajustar as medidas que preconiza em função do que a situação vier a exigir”.

Em Portugal, morreram 8.080 pessoas dos 496.552 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

O estado de emergência decretado em 09 de novembro para combater a pandemia foi renovado com efeitos desde as 00:00 de 08 de janeiro, até dia 15.

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