Além de Ferro Rodrigues, assinam esta carta os presidentes de instituições parlamentares de Itália, França, Espanha, Grécia, Eslovénia e Luxemburgo.

"O risco da perda de tantos empregos, o encerramento definitivo de tantas empresas e a crescente marginalização de grandes faixas da nossa população são já evidentes", assinala este grupo de presidentes de parlamentos de países europeus na missiva, cuja iniciativa partiu de Itália.

Na carta, refere-se que Portugal, tal como outros Estados-membros da União Europeia "têm vindo a empreender um esforço excecional para atenuar as consequências mais dramáticas da pandemia".

"A seriedade da situação exige espírito de solidariedade, que é um dos fundamentos da integração europeia", assim como "uma mobilização sem precedentes de recursos, especialmente na zona euro", sustentam.

Este grupo de presidentes de parlamentos frisa depois que os países devem "beneficiar de financiamento estável, sustentável e de longo prazo para as políticas necessárias para combater as consequências da pandemia" de covid-19.

"Neste momento tão exigente, há que demonstrar que a União Europeia, juntamente com todos os seus Estados-membros, está empenhada numa resposta cabal às expectativas e às necessidades dos europeus e, sobretudo, em não deixar ninguém para trás", acrescenta-se.

No plano político, advertem depois que os parlamentos nacionais, "enquanto instituições representativas e a mais alta expressão da democracia", devem ser "envolvidos ativamente na definição de soluções adequadas às necessidades e às aspirações do povo europeu" no sentido de superar a crise em que a Europa e o mundo mergulharam em resultado desta pandemia.

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