Concretamente no que respeita às máscaras, o Ministério da Educação explica em comunicado que, apesar de não estar previsto o uso obrigatório para alunos do 1.º ciclo, o valor da verba foi definido de forma a permitir às escolas comprar máscaras em número suficiente para esses alunos.

“Tendo presente as sinalizações de pais e encarregados de educação para que os seus educandos utilizem este equipamento, entendeu-se por razões de prudência que seria de considerar a sua aquisição para os alunos do 1.º ciclo, cabendo aos respetivos encarregados de educação a decisão sobre a sua utilização”, refere.

De acordo com a nota da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), que já foi enviada às escolas, são detalhados os materiais a que estes sete milhões de euros se destinam: três máscaras para cada aluno, professor e funcionário, luvas e aventais para os assistentes operacionais, e desinfetante.

“A disponibilização gratuita, a alunos e profissionais, de máscaras e outros equipamentos de proteção individual, bem como de produtos de desinfeção e limpeza insere-se no conjunto de medidas de prevenção e mitigação do risco de transmissão da covid-19, que têm permitido aumentar a segurança do espaço escolar”, sublinha a tutela.

As escolas estão encerradas desde o final de janeiro para conter a pandemia da covid-19, mas o plano de desconfinamento do Governo, que será apresentado dia 11 de março, já deverá prever a retoma gradual das atividades presenciais.

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