“Todas estas medidas que estão a ser tomadas a nível europeu e nacional, com impacto fortíssimo na nossa economia, poderá obrigar a um retificativo”, reconheceu.

O governante falava aos jornalistas no final de um encontro com representantes das instituições bancárias sedeadas na Madeira.

Pedro Calado reconheceu que, “neste momento, uma das grandes formas de ajudar os empresários é adiar os compromissos fiscais”, mas alertou que “esse adiar é um benefício para os empresários, mas é uma grande dor de cabeça para o Governo”.

O Governo Regional estima que o impacto das consequências económicas do Covid-19 na Madeira sejam superiores a mil milhões de euros.

O coronavírus responsável pela pandemia da Covid-19 infetou, até à data, mais de 194 mil pessoas, das quais mais de 7.800 morreram.

Das pessoas infetadas em todo o mundo, mais de 81 mil recuperaram da doença.

O surto começou na China, em dezembro, e espalhou-se por mais de 150 países e territórios, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Depois da China, a Europa tornou-se o epicentro da pandemia.

Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) elevou hoje o número de casos confirmados de infeção para 642, mais 194 do que os contabilizados na terça-feira. No entanto, este número baseia-se na confirmação de três casos positivos nos Açores, mas a Autoridade de Saúde Regional, contactada pela Lusa, sublinhou serem dois os casos positivos na região e adiantou estar em contactos para se corrigir a informação avançada pela DGS, baixando assim para 641.

O primeiro caso positivo de Covid-19 na Madeira foi detetado na noite de segunda-feira (16 de março) numa cidadã holandesa que entrou no território no dia 12 de março e se encontrava hospedada num hotel no Funchal.

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