No entanto, a pressão hospitalar continua ainda a aumentar, tendo, nas últimas 24 horas, dado entrada nos hospitais de todo o país 1.429 pessoas com a doença (1.419 na terça-feira), havendo um total de 9.672 pacientes hospitalizados (9.522), o que corresponde a 8,08% das camas.

Por outro lado, há 1.593 pessoas em unidades de cuidados intensivos (1.534), ocupando 17,21% das camas desses serviços.

Segundo números divulgados hoje pelo Ministério da Saúde de Espanha foram registados nas últimas 24 horas 27.149 novos contágios e 73 mortes.

Os novos casos elevam para 4.395.602 o número total de infetados no país desde o início da pandemia, havendo agora um total de 81.396 óbitos causados pela doença.

A incidência acumulada passou dos 702 casos (terça-feira) para 700 (hoje) diagnosticados por cada 100.000 habitantes nas últimas duas semanas, o que pode indicar que foi ultrapassado o pico da velocidade de contágios da atual vaga.

As comunidades autónomas espanholas com os níveis mais elevados de transmissão da doença são a Catalunha (1.135), Navarra (954), Baleares (924), Aragão (819), Castela e Leão (792), País Basco (749), Madrid (739), La Rioja (738) e Cantábria (707).

A faixa etária entre os 20 a 29 anos continua a ser a que tem a incidência acumulada mais elevada, 1.492 pessoas infetadas por cada 100.000 habitantes, nos últimos 14 dias (1.859 na terça-feira).

O segundo grupo mais atingido é o dos jovens de idades entre 12 e 19 anos, faixa em que se registam 1.194 casos por cada 100.000 pessoas nos últimos 14 dias (1.637).

De acordo com os dados oficiais divulgados hoje, há 26,4 milhões de pessoas completamente vacinadas contra a covid-19 (55,7% da população total), e 31,3 milhões têm pelo menos uma das doses (66,0%), em cerca de 47,4 milhões de habitantes que tem o país.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.179.675 mortos em todo o mundo, entre mais de 195,2 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

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