O número mais elevado até esta sexta-feira tinha sido registado a 21 de março, dia em que se registaram 793 mortes.

Na quinta-feira tinham morrido 712 pessoas, 682 na quarta, 743 na terça e 602 na segunda.

Assim, o número total de casos confirmados em Itália sobe para 86.498, ultrapassando a China, local onde começou o surto do novo coronavírus no final do ano passado.

Cerca de 10.950 pessoas infetadas já recuperaram e 3.732 continuam nos cuidados intensivos.

Todavia, o número de mortes desta sexta-feira inclui 50 casos do dia anterior na região de Piedmont, mas os registos já não foram a tempo de serem incluídos no boletim de ontem.

Esta confusão, explica a agência Reuters, levou a que alguns órgãos da comunicação social colocassem o número total de mortes desta sexta-feira nos 969, enquanto se registaram efetivamente 919.

Os casos de contágio continuam a desacelerar, no entanto, com um aumento na ordem dos 7,4%, a taxa mais baixa desde o início da pandemia em Itália, há mais de um mês.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia, cujo epicentro é atualmente a Europa.

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