Num comunicado enviado à agência Lusa, a DGRSP especifica que os reclusos, “não obstante se encontrem genericamente assintomáticos”, estão internados num espaço celular do Estabelecimento Prisional de Caxias “devidamente separados e isolados da restante população prisional e sob acompanhamento permanente de profissionais de saúde”.

Quanto aos trabalhadores, a mesma entidade refere que estão nos respetivos domicílios.

Em causa uma operação de testagem geral levada a cabo neste estabelecimento prisional do distrito de Lisboa, a qual se traduziu em 400 testes rápidos a todos os trabalhadores e reclusos de Caxias.

Esta operação "implicou uma grande mobilização logística e concretizou-se exclusivamente com meios próprios da DGRSP”, lê-se no comunicado que explica, também, que a medida foi encetada depois de terem sido comunicados 11 casos positivos à covid-19 por parte de trabalhadores.

A DGRSP aponta que, conforme determina o plano de contingência, “foram reforçados os procedimentos sanitários e de segurança que implicam o fim das atividades comuns, incluindo visitas, o incremento da monitorização da saúde dos reclusos e a imposição de máscara cirúrgica aos trabalhadores e reclusos em todos os momentos e espaços”.

Já, de acordo com as normas da Direção-Geral da Saúde (DGS), será feita uma nova testagem à população que revelou na operação de hoje resultado negativo.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.107.903 mortos resultantes de mais de 98,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, enquanto em Portugal morreram 10.194 pessoas dos 624.469 casos de infeção confirmados.

Hoje, de acordo com a DGS, Portugal registou 274 mortes relacionadas com a covid-19, o maior número de óbitos em 24 horas desde o início da pandemia.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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