"A vida é feita de escolhas, e eu hoje escolhi sair. Dei o melhor de mim neste período. Não é algo simples, estar neste Ministério num período tão difícil. Este é um trabalho de uma grande equipa, que sempre estiveram do meu lado e trabalharam intensamente por este país", afirmou em conferência de imprensa Teich, que pediu demissão pouco antes de completar um mês à frente da pasta da Saúde.

Nelson Teich garantiu ainda que deixou pronto um plano de trabalho, para auxiliar governadores e prefeitos (autarcas) a enfrentar a pandemia, de forma a que possam entender melhor "o que está a acontecer e os próximos passos" a adotar.

Teich, oncologista de formação, agradeceu ainda ao Presidente, Jair Bolsonaro, pela oportunidade de ter comandado o Ministério e elogiou a dedicação da equipa que trabalhou consigo.

"Eu aceitei [o cargo] porque achava que poderia ajudar o Brasil e ajudar as pessoas", concluiu o ministro demissionário, em conferência de imprensa.

Nelson Teich pediu a demissão hoje de manhã, disse à Lusa a assessoria de comunicação do ministério.

O oncologista havia assumido o cargo a 17 de abril, após a demissão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, que discordava do Presidente do país, Jair Bolsonaro, na condução das medidas de combate ao novo coronavírus.

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