Em conferência de imprensa na sede da organização, em Genebra, o diretor-geral, Tedros Ghebreyesus afirmou que apesar de a mortalidade ser maior entre a população mais idosa, as escolhas que os jovens fazem sobre os locais em que se deslocam “podem significar a diferença entre vida e morte para outras pessoas”.

A OMS salienta que “os mais novos não são poupados” à doença e que as pessoas com menos de 50 anos são “uma percentagem significativa dos infetados”.

Números atualizados hoje registam mais de 265 mil pessoas infetadas em 182 países e mais de 11.000 mortos provocados pela Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus.

“Cada morte é uma tragédia e uma motivação para impedir o contágio e salvar vidas”, referiu Ghebreyesus.

“Solidariedade, solidariedade, solidariedade” entre países e grupos etários diferentes é “a chave para derrotar” a doença, afirmou o responsável, destacando a “boa notícia” registada na quinta-feira na cidade onde começou a pandemia, Wuhan, na China, onde não se verificaram casos novos.

É uma demonstração de que a pandemia “pode ser revertida” que “dá esperança”, indicou.

Tedros Ghebreyesus destacou que uma das maiores preocupações da organização é o que se poderá passar em países com sistemas de saúde mais fracos e populações mais vulneráveis, onde a doença poderá provocar “enorme perda de vidas”.

Esses cenários “não são inevitáveis”, assegurou, admitindo que “todos os dias, se atingem marcas trágicas” no número de mortes e pessoas infetadas.

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