Em resposta escrita enviada à agência Lusa, o gabinete de Imprensa e Relações Públicas da Direção Nacional da PSP esclarece que "a intervenção policial decorreu da desobediência [do doente] à ordem de autoridade de saúde para se submeter a tratamento médico/não se ausentar da unidade de saúde".

Na nota, a PSP ressalva que cabe agora à autoridade judiciária "proceder à tipificação" da conduta do homem, que foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência, depois de ter sido novamente conduzido ao hospital.

A PSP revelou ainda que o homem é "oriundo do distrito de Aveiro" e que foi intercetado na estação de caminhos-de-ferro de Coimbra-B, "após se ter ausentado" do CHUC, cerca das 20:00 de segunda-feira, alegadamente para regressar a casa de comboio.

Em comunicado divulgado na terça-feira, o comando da PSP de Coimbra revelava que foram "acionados todos os meios" para localizar o fugitivo, que foi "prontamente encontrado numa estação ferroviária, preparando-se para iniciar viagem ate à sua área de residência".

Porém, no mesmo comunicado, intitulado "ausência ilegítima de doente", a PSP não explicitava pormenores do caso, como a identificação da unidade hospitalar, a estação de comboios onde foi intercetado ou o local de residência.

Acrescentava apenas que durante a operação policial "foram garantidas todas as medidas de segurança, de proteção individual e dos recursos materiais envolvidos", indicando que estiveram envolvidos dois carros da polícia e seis agentes da autoridade e uma viatura do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), com dois tripulantes.

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