"A USI apela à DGS [Direção-Geral da Saúde], ao Ministério da Saúde e ao senhor primeiro-ministro, António Costa, para que incorporem entre os grupos prioritários todos os trabalhadores que atendem público em serviços essenciais", pode ler-se no documento hoje conhecido.

Entre os trabalhadores nessas condições, a USI elenca, por exemplo, quem trabalha "nos supermercados, nas mercearias, nas agências bancárias, nos transportes coletivos, nos restaurantes, nas repartições de finanças, conservatórias, notários, clínicas dentárias, lojas dos correios e de telecomunicações".

"Estes trabalhadores, que prestam enorme serviço público, correm riscos pessoais que não se colocam a quem desempenha as suas funções em teletrabalho. Por isso, além de uma questão de justiça, é também uma prioridade de saúde pública", argumenta a estrutura sindical liderada por Paulo Marcos.

Os grupos de trabalhadores em causa "são essenciais para o funcionamento da economia", segundo a USI.

Assim, os sindicatos independentes alegam que "é preciso ir mais longe" face ao concretizado na primeira fase de vacinação, congratulando-se com a inclusão nessa etapa dos professores e pessoal não docente das escolas.

A USI adianta também que "fará chegar de imediato esta sua reivindicação à DGS e ao Ministério da Saúde".

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