Com o financiamento Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a CP prepara-se para investir no material circulante. O investimento inclui 62 comboios suburbanos, 55 regionais e 12 composições de longo curso, com os quais a CP pretende reforçar a frota dos pendulares, que possam circular a 250 Km/hora.

É um total de 129 novos comboios. O Público noticia esta sexta-feira que o caderno de encargos ainda está a ser preparado, mas a decisão quanto ao número de comboios não deverá sofrer alterações. Os novos comboios representam um investimento de cerca de mil milhões de euros.

O Público explica este valor, tendo em conta que um comboio suburbano ou regional tem atualmente um preço médio de 7,5 milhões de euros. Já um comboio de alta velocidade é, naturalmente, mais caro e varia entre os 15 e os 20 milhões de euros.

Doze comboio de longo curso significa mais do que duplicar o material circulante, já que a frota de pendulares era de dez unidades, mas ficou reduzida a nove depois do acidente de Soure.

Os 62 novos comboios suburbanos vão substituir as 31 unidades da linha de Cascais, ficando 32 composições para as restantes linhas suburbanas de Lisboa e do Porto.

Quanto aos 55 comboios regionais, estes deverão ser elétricos, já que se devem cumprir os planos da Infraestruturas de Portugal de eletrificação da rede ferroviária nacional.

A maior compra de sempre de material circulante da CP deverá ser dividida em duas partes: as 117 composições suburbanas e regionais, que têm características comuns, permite que sejam construídas sobre uma mesma plataforma. Já os 12 comboios de longo curso têm uma exigência tecnológica superior e terão concursos públicos separados.

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