O ex-ministro das Finanças, que em 20 de julho iniciou funções como governador do Banco de Portugal (BdP), fica responsável pelo secretariado-geral, pelas relações internacionais, pela auditoria, pela comunicação e museu e ainda pelos estudos económicos, os mesmos pelouros de Carlos Costa.

Segundo a deliberação do BdP - assinada em 21 de julho, pelo secretário-geral, José Queiró e hoje publicada em Diário da República, Mário Centeno é o substituto da administradora Ana Paula Serra, nas suas faltas e impedimentos, na chefia do departamento de supervisão prudencial, que vigia os bancos, tal como aconteceu com o antigo governador.

O ex-ministro das Finanças e ex-presidente do Eurogrupo, Mário Centeno, sucedeu a Carlos Costa, cujo segundo mandato terminou em 08 de julho, depois de 10 anos à frente do banco central.

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