Segundo o Expresso, o Comité de Solidariedade com a Palestina já se tinha queixado publicamente, em 2019, quanto ao envio de informações sobre o protesto para a embaixada israelita, já que esta seria pacífica e, por isso, não haveria razão para alertar Israel.

Na quinta-feira, em declarações à RTP, Fernando Medina disse que pediu uma auditoria a "todos os procedimentos adotados em todas as manifestações que aconteceram para trás", ou seja, nos últimos anos e até abril passado, quando o procedimento sobre realização de protestos foi revisto.

De acordo com o Comité de Solidariedade com a Palestina, a divulgação dos dados dos ativistas russos não foi um erro, tendo reenviado ao Expresso a resposta que recebeu da Câmara de Lisboa em 2019, quando se queixaram também do envio de dados para a embaixada de Israel.

Assim, o semanário frisa que nesse email é possível ler-se que o envio de dados é mais comum do que Fernando Medina deu a entender.

Nesta sequência de notícias, o Público avança que a autarquia também partilhou informações com a embaixada da República Popular da China sobre a manifestação do Grupo de Apoio ao Tibete, a 25 de abril de 2019, quando se reuniram no Largo Camões para assinalar o aniversário do Panchen Lama.

A par, numa situação idêntica, o mesmo terá sucedido com a embaixada da Venezuela — esta foi informada de que a 10 de junho iria existir a 10 de junho de 2019 existiu uma ação pública de informação sobre o bloqueio ilegal de fundos estatais venezuelanos pelo Novo Banco junto à sede daquele banco, na Avenida da Liberdade, em Lisboa.

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