Os deputados Hélder Amaral, Isabel Galriça Neto e Ana Rita Bessa querem saber se o ministro da Saúde “confirma os pedidos de demissão de 33 médicos e coordenadores do Centro Hospitalar Tondela-Viseu, alegando um modelo de gestão que visa a poupança, sacrificando os cuidados de saúde”.

Outra pergunta que querem ver respondida é se “assegura que o rácio profissional de saúde/doente no Centro Hospitalar Tondela-Viseu é o adequado e que a segurança dos utentes e a qualidade dos cuidados prestados não está, nem estará, em causa”.

Hélder Amaral, Isabel Galriça Neto e Ana Rita Bessa perguntam também quantos pedidos de contratação de mais recursos humanos já foram feitos para este centro hospitalar e quando é que eles serão autorizados.

“Estão, neste momento, esses pedidos dependentes da autorização do Ministério das Finanças?”, interrogam.

Os deputados do CDS-PP perguntam ainda se se confirma a situação de rutura do serviço de Oncologia, por falta de médicos, e “que medidas está o ministro a tomar para resolver esta dramática situação”.

O grupo parlamentar do CDS-PP lembra que, reiteradamente, tem questionado o ministro da Saúde sobre “várias situações preocupantes no CHTV, desde a falta de enfermeiros, médicos e técnicos, até aos elevados tempos de espera ou à falta de aparelhos e técnicos para operar os que existem”.

“Ao longo dos últimos três anos, tem-se vindo a verificar um acumular de situações de escassez de recursos humanos e materiais, que o CDS-PP considera serem lesivas para os utentes do CHTV, colocando em risco a qualidade da prestação dos serviços de saúde”, alerta.

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