Em comunicado, a PJ adianta que os abusos “sucederam em períodos distintos, ocorrendo os abusos que visaram a filha, uma menor de 12 anos, no decurso de 2020, reportando-se as agressões a uma enteada pela ocasião em que a jovem, atualmente de 19 anos, possuía apenas 15 anos”.

Depois de presente a tribunal, o homem ficou sujeito a termo de identidade e residência, a medida de coação menos gravosa prevista no Código Penal, e à proibição de contactos com as vítimas.

A investigação, tutelada pelo Ministério Público (MP) de Olhão, iniciou-se em 8 de junho, data em que a diretoria do Sul da PJ “recebeu notícia da denúncia dos abusos sexuais perpetrados sobre a criança de 12 anos”, tendo o homem sido detido na terça-feira.

Segundo a PJ, na investigação “foi possível recolher outros relatos de abusos sexuais” cometidos pelo detido, nomeadamente, “de uma jovem com a qual aquele coabitara, filha de uma anterior companheira”, que colocou termo “a anos de silêncio relativamente aos episódios de violência sexual de que fora vítima”.

As agressões sexuais “verificavam-se sempre no interior da residência do ora detido, em ambiente totalmente controlado pelo mesmo”, prossegue o comunicado.

O homem é suspeito dos crimes de abuso sexual de crianças agravado e coação sexual.

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