Segundo um comunicado da PJ, o homem "contactava previamente com as vítimas”, dirigia-se às suas casas “como se fosse um normal cliente" depois "manietava-as, violava-as e roubava-as”.

O homem cometia os crimes “com recurso a elevado grau de violência” e “inculcando nas vítimas temor exacerbado".

Afirmando que os factos de que tem conhecimento terão ocorrido entre meados de agosto de 2020 e o passado dia 11 de junho, a PJ acredita que "haverá ainda mais crimes que não foram denunciados", devido ao grau de violência e ameaças que o suspeito incidia nas vítimas.

O homem é reincidente em crimes desta natureza e já tinha sido condenado a cumprir pena efetiva de 10 anos de prisão por crimes semelhantes, tendo saído em liberdade condicional no dia 13 de agosto de 2020.

O detido será presente, durante o dia de hoje, a primeiro interrogatório para conhecer as medidas de coação a serem aplicadas.

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