A aposta na diversidade e na gratuitidade são os pilares da segunda edição do Festival Meajazz, que se vai realizar na Quinta da Nora.

"A aposta da Câmara da Mealhada num festival de jazz, como parte integrante do programa ‘Verão é na Mealhada', surge da tentativa de diversificação da oferta cultural na cidade e até na região. Não existe nenhum evento do género nas proximidades e com entradas completamente livres", afirma o presidente do Município, Rui Marqueiro.

Na primeira noite, dia 7, a partir das 21 horas, entra em palco o português Marcelo dos Reis, considerado por dois anos consecutivos como um dos melhores guitarristas do mundo pela Conferência Anual Internacional de Críticos Musicais. A noite continua com a brasileira Bluebell, uma aposta que mistura bossa nova e ambiente de cabaré moderno, seguindo-se com Karlos Rotsen, uma figura do jazz caribenho. O dia encerra com Synesthesia Sextet, que junta virtuosos músicos portugueses, ucranianos e brasileiros.

No segundo dia, sobem ao palco a francesa Fanny Roz, o brasileiro Léo Middea e a cantora e compositora portuguesa Susana China, que apresenta o seu primeiro álbum de jazz, intitulado "Trapézio". A noite encerra com a Orquestra Smooth, projeto musical criado em 1997 constituído por onze músicos da região Centro, que irá passar em revista os clássicos das orquestras norte-americanas e temas de Glenn Miller, Ella Fitzgerald ou Duke Ellington.

Com um cartaz repleto dos vários subgéneros de jazz - do dixieland (1910), ao Swing das Big bands (1930 e 1940), do bebop (1940) ao jazz latino (1950 e 1960) e ao jazz de fusão (1970 e 1980)- o presidente da Câmara Municipal da Mealhada admite estarem reunidas as condições "para ser um sucesso".

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