“O incêndio foi dado como dominado cerca das 17:40. Neste momento, estamos na fase de rescaldo e vigilância”, disse o mesmo responsável.

Também na página da Proteção Civil, o incêndio figura como estando em conclusão, permanecendo no terreno 90 operacionais e 27 meios terrestres.

O fogo deflagrou cerca das 14:00 numa área de povoamento florestal, em Oiã.

O comandante Marco Maia disse que as operações de combate ao incêndio foram dificultadas pelo “forte vento que se fazia sentir na altura e que provocou algumas projeções”, adiantando que a situação mais complicada ocorreu junto à empresa de cerâmica Gresarte.

“O fogo esteve nas traseiras da empresa. Foi a situação que requereu mais cuidados, mas metemos meios a fazer proteção à mesma”, disse o comandante.

Contactado pela agência Lusa, o presidente da Câmara de Oliveira do Bairro, Duarte Novo, congratulou-se por não haver vidas humanas a lamentar, nem danos em habitações ou empresas.

“Felizmente não houve danos materiais, além do pinheiro e eucalipto ardido. Foi muito rápida a atuação dos bombeiros e de todos os meios que ficaram logo disponíveis”, disse o presidente da Câmara.

O autarca referiu ainda que não tem uma estimativa da área ardida, adiantando que esse cálculo só será feito na próxima quarta-feira.

Durante a tarde, o incêndio chegou a ser combatido por mais de uma centena de operacionais com quase 30 viaturas apoiados por cinco meios aéreos.

Além da corporação de Oliveira do Bairro, foram ativados bombeiros de Anadia, Vagos, Albergaria-a-Velha e das duas corporações de Aveiro, assim como elementos da GNR.

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