Apesar de se encontrar atrás de Hillary Clinton em quase todas as sondagens realizadas até hoje, Donald Trump afirma não precisar de qualquer ajuda externa para chegar à presidência - neste caso, a de celebridades que o apoiem.

O candidato pelo Partido Republicano esteve presente num comício em Hershey, na Pensilvânia, tendo aproveitado para criticar uma vez mais a sua adversária, Hillary Clinton, que na mesma noite se apresentava em Cleveland ao lado de Beyoncé e Jay-Z, o casal pop mais poderoso do planeta.

“Estou aqui por minha conta. Não tenho uma guitarra, um piano, nada”, disse, perante milhares de apoiantes.

O empresário esteve esta sexta-feira envolvido em várias ações de campanha, tendo visitado várias cidades rurais ao longo do dia, em diversos estados, como Atkinson, em Nova Hampshire, ou Wilmington, no Ohio. Cidades que, em comum, têm o facto de serem habitadas, predominantemente, por populações caucasianas e sem educação universitária.

Prometendo, uma vez mais, erguer um muro na fronteira que separa os Estados Unidos do México, Trump foi fortemente aplaudido por milhares de pessoas em Atkinson, dizendo ainda que as políticas de Hillary Clinton levariam “a gerações de terroristas, extremistas e radicais a infiltrar-se nas escolas e nas comunidades” norte-americanas.

Os seus esforços, contudo, não se têm traduzido em votantes. Um novo estudo do Huffington Post, baseado em várias sondagens realizadas por todo o país, dá a Donald Trump apenas 1,8% de probabilidades de vencer as eleições.

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