Há quatro anos, esse valor em relação à anterior legislatura tinha sido de 45%.

Indicados nas listas pelas estruturas, mas excluídos da versão final pela Comissão política Nacional, não voltarão à Assembleia da República na próxima legislatura nomes como os da ex-ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque, do ex-líder parlamentar Hugo Soares, do anterior secretário-geral Matos Rosa ou do antigo ‘vice’ do grupo Amadeu Albergaria.

Também não integram as listas de deputados do PSD – mas sem terem sido indicados pelas estruturas locais – o ex-secretário geral de Rui Rio Feliciano Barreiras Duarte, que se demitiu na sequência de polémicas relacionadas com a sua licenciatura e informações sobre a morada e presenças no parlamento, o antigo assessor de Passos Coelho Miguel Morgado, que não exclui uma futura candidatura à liderança do PSD, ou a vereadora da Câmara Municipal de Lisboa Teresa Leal Coelho.

A estes, juntam-se alguns ‘notáveis’ do PSD que se autoexcluíram das listas, casos da ex-ministra da Justiça Paula Teixeira da Cruz, do atual ‘vice’ presidente da Assembleia da República José Matos Correia, dos antigos vice-presidente do PSD Marco António Costa e Teresa Morais, do ‘vice’ da bancada António Leitão Amaro ou Sérgio Azevedo, cujo nome foi envolvido no inquérito ‘Tutti Frutti’, sobre alegados favorecimentos a militantes através de contratos a empresas ou de avenças.

Também citado na mesma investigação judicial, Carlos Eduardo Reis deverá entrar no parlamento na próxima legislatura, sendo o quarto nome por Braga.

Aos futuros ex-deputados do PSD, juntam-se os que foram saindo ao longo da legislatura, casos do ex-líder Pedro Passos Coelho, do antigo líder parlamentar Luís Montenegro ou dos ‘notáveis’ José Pedro Aguiar-Branco e Luís Campo Ferreira.

Apesar de fazerem parte dos 39 deputados que transitaram das listas de 2015 para os efetivos de 2019 (mais um, se se somar José Carlos Barros que será suplente por Faro), são vários os parlamentares que são repetentes nas listas, mas dificilmente voltarão a sentar-se no parlamento em outubro: Virgílio Macedo, Luís Vales ou Simão Ribeiro (nos lugares 27, 31 e 33 pelo Porto, respetivamente, círculo pelo qual o PSD elegeu 14 deputados em 2015) ou Bruno Vitorino, 18.º por Setúbal (há quatro anos os sociais-democratas elegeram quatro parlamentares por este distrito).

Simbolicamente, o ex-líder do PSD Luís Filipe Menezes será o primeiro suplente no Porto e o presidente da Liga dos Bombeiros, Jaime Marta Soares, o quarto suplente por Coimbra.

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