António Costa citou pela primeira vez esta expressão de Marcelo Rebelo de Sousa logo no início do seu discurso, quando agradeceu as palavras de apoio que recebera minutos antes do poeta Nuno Júdice.

"Nuno Júdice, quero prometer-lhe o seguinte: Continuarei a ser irritantemente otimista", disse, recebendo palmas da plateia, dizendo, depois, que o seu otimismo se baseia numa ideia de "confiança no país e numa enorme confiança nos portugueses".

"Sabia que íamos conseguir", sustentou, num discurso em que ainda se referiu por mais duas vezes ao seu "irritante otimismo", segundo o Presidente da República.

De acordo com António Costa, nos últimos quatro anos, em Portugal, houve uma mudança do estado de espírito coletivo.

"Temos de continuar irritantemente otimistas, porque há mais e melhor para fazer. Nós não estamos acomodados com o que já conseguimos alcançar. Nós não estamos aqui para festejar o que fizemos. Estamos aqui porque temos mesmo vontade de seguir em frente e de fazer o que ainda não está feito", declarou, dando como exemplos projetos como a eletrificação da linha ferroviária do Algarve, ou a construção do novo hospital central desta região do sul do país.

O secretário-geral do PS falou ainda do seu alegado "irritante otimismo" a propósito do 'Brexit' e do atual cenário de instabilidade internacional.

"Temos de continuar a seguir em frente e a governar com peso, conta e medida, mas também com a ambição e com irritante otimismo para que os portugueses continuem a viver melhor", acrescentou.

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