Dados enviados à agência Lusa, indicam que desde a sua criação, 8 de outubro de 2012, até 31 de dezembro de 2016, foram atribuídos 4.202 ‘vistos gold’: dois em 2012, 494 em 2013, 1.526 em 2014, 766 em 2015 e 1.414 em 2016.

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras indica também que as principais nacionalidades com este tipo de Autorização de Residência para Atividade de Investimento, conhecida por ‘vistos gold’, são a chinesa (3.050), brasileira (247), seguido dos cidadãos da Rússia (148), África do Sul (137) e Líbano (72).

Este tipo de instrumento, que visa a captação de investimento, permitiu igualmente que 6.637 estrangeiros passassem a ter uma autorização de residência ao abrigo do reagrupamento familiar.

De acordo com o SEF, o investimento resultante dos “’visto gold’ totaliza 2,5 mil milhões de euros, dos quais cerca de 251 milhões de euros foram obtidos através de transferência de capital e 2,3 mil milhões através da aquisição de bens imóveis.

Dos 4.202 ‘vistos gold’ atribuídos, 3.964 foram por via da aquisição de imóveis, 232 através de transferência de capital e seis para a criação de, pelo menos, 10 postos de trabalho.

Os ‘vistos gold’ foram criados em 2012, mas a partir de setembro de 2015 entraram em vigor novas regras para a sua obtenção, nomeadamente o alargamento dos critérios de investimento para cidadãos fora da União Europeia a áreas como reabilitação urbana e ciência.

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