Esta redução resulta de uma diminuição de 9% das emissões de infraestruturas fixas (indústrias, centrais energéticas) e um aumento de 1% das emissões no setor da aviação.

O maior corte nas emissões — de 15% – foi alcançado no setor da produção de eletricidade, o que reflete a descarbonização resultante da substituição do carvão por fontes renováveis e gás.

Na indústria não energética, a redução foi de 2% e abrangeu praticamente todos os setores, incluindo a metalurgia, produtos químicos e refinarias.

A redução das emissões de GEE, em 2019, enquadrou-se num contexto de crescimento económico na União Europeia (1,5%).

Segundo a Comissão Europeia, o nível de conformidade das infraestruturas e dos operadores de aeronaves com o Regime de Comércio de Licenças de Emissão da União Europeia (ETS, na sigla inglesa é de mais de 99% das emissões abrangidas pelas licenças de emissão das instalações estacionárias totais comunicadas.

O ETS visa reduzir as emissões de carbono da indústria ao exigir às empresas que possuam licenças para cada tonelada de CO2 que emitam.

As empresas têm que adquirir estas licenças através de leilões, existindo alguns incentivos para estimular a inovação no setor.

O ETS europeu é o maior mercado de carbono do mundo, regula perto de 45% das emissões totais de gases com efeito de estufa da UE e cobre aproximadamente 11 mil centrais elétricas e fábricas.

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