Segundo o Jornal de Notícias (JN), o empreiteiro e os dois cúmplices construíram uma rede de empresas que passavam faturas falsas, para obter reembolsos de IVA. É apontado que, desde 2017, terão obtido, de forma fraudulenta, cerca de três milhões de euros.

O empresário tina duas empresas de construção civil criadas e em funcionamento, mas também cerca de uma dezena de empresas de fachada, sem qualquer atividade, que apenas serviam para passar faturas — que eram depois submetidas ao Fisco para haver reembolso de IVA.

As empresas-fantasma e os seus "gerentes" são das zonas de Baião, Amarante e Marco de Canaveses.

No processo, foram constituídos cerca de 30 arguidos, entre pessoas e empresas suspeitas de participar no esquema em causa. As autoridades fizeram buscas durante a passada quarta-feira, diz ainda o jornal.

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