De acordo com os dados apresentados, na semana 01/2021 — entre 4 e 10 de janeiro — o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) estima uma taxa de incidência de síndrome gripal de 0,0 por cada 100.000 habitantes.

Assim, "não foram detetados casos de gripe nas redes sentinela", nem nas "Unidades de Cuidados Intensivos que enviaram informação" ou nos hospitais e enfermarias.

Todavia, é referido no relatório que "este valor deve ser interpretado tendo em conta que a população sob observação foi menor do que a observada em período homólogo de anos anteriores".

Ao SAPO24, fonte médica explica que "não se têm detectado casos de gripe neste inverno", o que pode ser justificado "em grande parte pela utilização de máscara, mas também pelo distanciamento social, a desinfeção de mãos e o confinamento".

No início de 2020, quando ainda circulava o vírus da gripe e emergiu o coronavírus SARS-CoV-2, que provoca a doença covid-19, começou já a verificar-se uma atenuação relativamente aos casos de gripe sazonal.

Por sua vez, na mesma semana em análise pelo INSA, verificou-se uma taxa de incidência de infeção respiratória aguda de 5,89 por cada 100.000 habitantes.

Segundo a mesma fonte, o valor é explicado pela circulação "de muitos outros vírus, incluindo os que causam as banais constipações", mas também esses estão "em baixa atividade".

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