O tribunal considerou, na segunda-feira, infundada a pretensão da família Zavaleta Zavaleta que queria ser reconhecida como proprietária de parte das terras onde está situada a maior atração turística do país, noticiou a agência Efe.

A família alegava que o Estado peruano tinha expropriado os seus terrenos de forma ilegal e sem qualquer compensação económica.

Além de reclamar a propriedade dos terrenos onde está a rede de caminhos que rodeiam as ruínas, a família também pedia uma indemnização de 45 milhões de dólares (cerca de 40 milhões de euros) como compensação pelos ingressos que os turistas pagaram durante os 14 anos que demorou a resolução do litígio.

O processo foi interposto em 2005 e há 14 anos que decorria o complexo litígio judicial agora concluído em todas as instâncias.

A cidadela de Machu Picchu, uma atração turística a nível mundial, foi reconhecida em 1983 como Património da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO, em inglês) e, desde 2007, é considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo.

Cerca de quatro mil turistas visitam diariamente as ruínas do Império Inca.

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