“Ou eles alinham com o programa ou vão-se embora”, declarou o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, considerando que foi dada à carta subscrita por diplomatas do departamento de Estado uma atenção “desproporcionada e exagerada” e que eles devem ponderar bem as posições que assumem.

O instrumento do departamento de Estado designado como “canal de dissidência” é usado desde a época da guerra do Vietname para permitir aos funcionários expressarem as suas opiniões e pontos de vista aos superiores hierárquicos, mas os observadores estão a classificar como extraordinário ver um tal movimento apenas dez dias após a posse do novo chefe de Estado.

O secretário de Estado escolhido por Trump, o ex-patrão da ExxonMobil, Rex Tillerson, ainda não foi confirmado na pasta pelo Senado e há uma série de cargos de topo no departamento de Estado ainda por ocupar.

O porta-voz do departamento ainda em funções, Mark Toner, indicou que o memorando da discórdia ainda não foi entregue.

“Temos conhecimento de uma mensagem enviada através do canal de dissidência sobre a ordem executiva intitulada ‘Proteger a nação da entrada de terroristas estrangeiros nos Estados Unidos'”, declarou.

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